quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

UPA de São Raimundo Nonato será inaugurada nesta sexta (6)

A unidade tem capacidade para atender uma população de até 100 mil habitantes
UPA de São Raimundo Nonato (Foto:James Almeida)
O governador Wellington Dias e o secretário da Saúde, Francisco Costa, inauguram, na próxima sexta-feira (6), em São Raimundo Nonato, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A unidade tem capacidade para atender uma população de até 100 mil habitantes, cobrindo os 18 municípios que integram o território da Serra da Capivara.
A UPA tem capacidade média de atender 150 pacientes por dia em sete leitos de observação e dois de estabilização acompanhados 24 horas por profissionais de saúde, dispondo dos serviços de urgência e emergência.
A unidade realizará, também, atendimentos clínicos, pediátricos e traumatológicos. Para os casos de maior complexidade, por meio da Central de Regulação, o paciente será encaminhado para um hospital de referência. Com a inauguração da UPA, o Hospital Regional Senador José Cândido Ferraz funcionará como hospital de retaguarda.
A inauguração da UPA permitirá o avanço na oferta de serviços no Hospital Regional Senador Cândido Ferraz, “já que conseguiremos dar agilidade à construção do Centro de Parto Normal e da Unidade de Cuidados Intermediários do Hospital. Nesse esforço conjunto daremos à região condições de aumentar sua capacidade de resolver as demandas de saúde da população”, disse Francisco Costa.
Além da inauguração da UPA, Wellington Dias e Francisco Costa irão visitar as obras de construção do Centro de Parto Normal (CPN) e dos dez leitos da Unidade de Cuidados Intermediários Comuns (Ucinco) do Hospital Regional.
A Unidade de Cuidados Intermediários contará com dez leitos e o Centro de Parto Normal disporá de cinco salas Pré-paro, Parto e Pós-parto (PPP), para realização de partos humanizados.

Abandonada há muito tempo, A UPA de São Raimundo já foi alvo até de memes neste blog por passar tanto tempo sem ser inaugurada. Veja aqui a matéria de três anos atrás em janeiro de 2014.



A Unidade de Pronto Atendimento fica na entrada da cidade próxima às onças

Veja também:
20.01.2014 Sem funcionar, prédio da UPA em São Raimundo Nonato está entregue ao abandono e deteriorando. Mas, "Não se faz Copa do Mundo com hospitais", alertou Ronaldo, o Fenômeno, lembra-se!

Brasileiro troca marca preferida de produto de limpeza por preço menor

As marcas de faixa de preço alto perderam importância em 19 categorias das 24 analisadas pela Nielsen



Em 2016, oito em cada dez consumidores trocaram o produto de limpeza que costumavam usar por marcas de preço mais baixo, como efeito direto da queda de renda provocada pela crise econômica. As embalagens econômicas representavam no mês de dezembro 18% dos gastos do consumidor, alta de 2,2 pontos percentuais em relação ao ano passado.
A redução do poder aquisitivo devido ao desemprego e à contenção de despesas das famílias é o fator mais importante para determinar o desempenho do setor, diz Antonio Calcagnotto, presidente da Abipla (Associação Brasileira das Indústria de Produtos de Limpeza e Afins). Apesar da queda em volume de 4,6% nos 12 meses, até agosto, a boa notícia é que a compra de produtos de uso específico, como limpadores de superfícies e itens de higienização de banheiros, está crescendo. São itens mais sofisticados e de preço médio mais alto, o que eleva a rentabilidade das fabricantes.
As marcas de faixa de preço alto perderam importância em 19 categorias das 24 analisadas pela Nielsen. Sua representatividade em volume caiu de 46,8% para 44,2% da cesta. Produtos de preço intermediário subiram de 28,1% para 29,1% da cesta e os mais baratos cresceram 1,6 ponto percentual, para 26,7%.
Para enfrentar a crise econômica, as embalagens econômicas ganharam relevância na compra de 46% dos segmentos de limpeza. O sabão de roupa de 2 a 5 kg ganhou importância, assim como o amaciante em embalagens de 5 litros, no caso de diluídos, e de 1 litro a 1,5 litro em concentrado, diz Domenico Filho, analista da Nielsen.
As compras ficaram mais planejadas em 2016. O abastecimento representou 43,3% das ocasiões de compra em junho deste ano, ante 40,7% em igual mês de 2015. A compra por emergência ou impulso caiu de 4,5% para 2,8%. A importância em valor das marcas de médio valor subiu de 28,1% para 29,1% na comparação anual. Os itens de baixo valor passaram de 25,1% para 26,7%.
O Brasil é o quarto maior mercado de limpeza do mundo, depois de EUA, China e Japão. O país subiu quatro posições desde 2010. O mercado de produtos de limpeza no Brasil somou US$ 5,8 bilhões em 2015, segundo a Euromonitor International, e deve chegar a US$ 8,1 bilhões em 2020.
Nos próximos cinco anos, a indústria deve crescer menos em volume e mais em valor, pois o consumidor deve investir em produtos mais específicos e de valor mais alto.
Calcagnotto, diretor de assuntos corporativos da Unilever, tem três prioridades à frente da Abipla: reduzir a informalidade, simplificar a tributação e definir padrões para os produtos concentrados e compactados.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tem 2,3 mil empresas cadastradas no segmento de higiene e limpeza, mas o mercado real é estimado em praticamente o triplo: 7 mil. A informalidade é um dos principais problemas do setor, pois os produtos clandestinos são vendidos a preços bem mais baixos, tirando mercado das empresas formalizadas.
A simplificação tributária é outra bandeira da associação, que pleiteia alíquotas comuns de ICMS (Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
Responsáveis pela economia de até 78% de água e redução de até 71% de emissão de gás carbônico, segundo dados das empresas do setor, os produtos concentrados e compactos são considerados uma tendência, mas precisam de padronização.

Conheça o supermercado do futuro

Nesse modelo de ‘loja’ o cliente tem acesso às prateleiras de produtos, mas sem sair do carro

O projeto do supermercado do futuro é do inventor russo Semenov Dahir Kurmanbievich. Trata-se de um modelo baseado no tradicional drive-thru. Mas neste, o cliente tem acesso às prateleiras de produtos, sem sair do carro. A ideia é que o público possa ver, pegar, escolher, ensacar e pagar os produtos ao final.

Pelo projeto, o cliente, dentro do carro, passa por várias janelas onde terá acesso a prateleiras rotativas onde vão ficar as mercadorias. É como se ele estivesse passeando com o carrinho de compras pelas seções de uma loja física. As prateleiras rotativas possibilitam acesso a vários itens da mesma categoria. O cliente consegue escolher a categoria por meio de um computador que fica ao lado de cada janela de compra. 

Os itens escolhidos são depositados pelo próprio cliente numa sacola que fica abaixo das prateleiras rotativas e só pode ser retirada quando o processo de compra é finalizado. Os caixas para pagamento são semelhantes aos de um tradicional drive-thru. Até o momento nenhuma rede no mundo trabalha com esse modelo de atendimento. Mas quem sabe daqui a alguns anos? 
No vídeo abaixo, veja como todo o processo funciona incluído os bastidores: